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A luz que guia também pode cegar

Por Kleber Boelter, 13 de janeiro de 2010 18:12

Farol, a coleção

Todo farol quer ser torre provida de foco luminoso a servir de guia aos navegantes. Todo farol aponta um caminho em direção a terra firme para aqueles que, por algum motivo, afastados estejam. Ou, quem sabe, mesmo não desviados, ainda não tenham percebido certas rotas, não tenham realizado determinadas experiências.

A Coleção Farol quer isto: ser indicadora de possibilidades de reflexão, ser luz a iniciar caminhantes pelos mágicos e sedutores labirintos da literatura. De forma inteligente, aborda temas polêmicos e os apresenta com leveza, sem superficialidades.

Aventura e mistério são instrumentos sedutores para a discussão de questões inerentes ao jovem, direcionando um foco de luz para desvendar o que se oculta sob o céu do óbvio.

A Coleção Farol busca o que Horácio apregoava como objetivos máximos da Literatura: reflexão e entretenimento, conhecimento e prazer.

Com esse norte, as personagens se vêem diante de enigmas, dos quais não fogem. Ao contrário: em sua lógica adolescente, entregam-se aos desafios e buscam decifrá-los. Envolvidas em situações-limite, as personagens podem aparecer em outros livros da coleção, já não sendo propriedade deste ou daquele texto, pois a cidade onde vivem é uma só: Nova Alexandria. Cidade em que um enigmático farol foi construído no alto de um morro e distante do mar. Novo desafio que busca decriframento: qual a origem desse farol?

Esta e outras perguntas são feitas ao jovem leitor, enredando-se no universo mágico proposto por cada uma das histórias que integram a Coleção Farol.

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