Maldito bem-feitor
Semana passada parti para um pequeno exílio na praia. Meu objetivo: terminar a revisão do livro que pretendo lançar em novembro. Se o texto final não estivesse na mão do editor até o final de agosto para começar as etapas de revisão, editoração, confecção de capa, impressão, etc, etc, o risco de não ser publicado em novembro é grande.
Pois cheguei na praia na manhã de quarta-feira em busca de paz, silêncio e tranqüilidade para poder mergulhar profundamente no texto. E encontro o vizinho do apartamento do lado fazendo uma reforma.
Não aquelas reformas de pintar aberturas ou trocar cortinas, mas as de derrubar oitenta por cento das paredes e arrancar cem por cento do piso. Tudo a golpes de marreta e estridentes berros de uma espécie de britadeira que fazia todo o prédio tremer. E, como se não bastasse o barulho demoníaco, ele começava às sete e meia da manhã!
Preciso me lembrar de agradecer ao vizinho por ter conseguido terminar o livro a tempo!
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Que bacana isso, se quiseres ajuda na capa manda aí que eu pitaco daqui.
abraços e sucesso.
Craudião, meu amigo, vou precisar ajuda de todo o tipo. Vamos falando, ok?
Baita abraço.
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