Mar de letras
Diário de bombordo
15/07/08
Estou aqui sentado olhando o mar. Penso em escrever sobre o mar. Um mar sereno, um mar em fúria, um mar inspirador, um mar assustador. Mas o que sei eu sobre o mar? Décadas de contemplação e paixão platônica sempre de algum lugar seguro da areia. Cinco anos de surf, raramente passando da segunda rebentação. Dois vôos transatlânticos ao longo da madrugada, a mais de dez mil metros de distância. Um cruzeiro marítimo de uma semana. Alguns meses de velejada por rios e lagos num anseio de mar e então, numa única incursão por uma baía de águas abrigadas, acabei expulso por chuva, ventos, raios e trovoadas.
Mas sei mais do mar. Não do meu mar ou dos mares que vi, mas dos mares de James Clavell, Joseph Conrad, Hermann Meville, Ernest Hemingway, Amyr Klink. Mares com furacões medonhos, piratas, baleias, tubarões, geleiras, medos, conquistas, vida e morte.
Mas sei sobretudo desse mar que vejo agora e que me inspira sobre tudo e sobre todos os mares. O melhor deles.






Hahahahaha…
Que enrolation.
Ou emboilation…
Vamo ajeitá esse espiritu.
EL GDM
É uma pena que o nobre colega não tenha percebido a grande notícia revelada nas entrelinhas. Aliás, para o sujeito aqui estar de pé ao nascer do sol algo de muito importante deveria estar acontecendo.
El K.
Rá…
Dor-de-barriga? Virou a noite na zona?
Eu quando leio tela de computador deixo os óclo na mesa.
E com isso perco as entre-linhas, as “linha” e até as ordinárias que andam fora da linha (as melhores, aliás!).
El CO