PUC e seus elefantes
Abriu-se a porta da prisão. É assim que me sinto a cada final de semestre. Não que não goste da PUC. Voltar aos bancos universitários depois de duas décadas longe do efervescente ambiente acadêmico é estimulante para a mente e para o corpo.
Mas cansa. Nesse semestre, em particular, além de trabalhar na empresa, viajar para alguns trabalhos sobre meus livros e assistir às aulas da PUC à noite, ainda fiz o estágio obrigatório (dois meses dando aulas em duas turmas da 1-a série do ensino médio da Escola Dom João Becker) e desenvolvi meu Projeto de Monografia.
Por isso, quando entreguei, na sexta-feira, o Projeto de Monografia e os Relatórios do Estágio, foi como se tivesse tirado dois elefantes africanos das costas.
E é sempre ótimo voltar a caminhar com um pouco menos de bagagem. Principalmente bagagem do tamanho de dois elefantes africanos.

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Seja (re)bem-vindo ao regime semiaberto, brother!
Abração!
Grande Piréx: valew, mermão!
Foi simples mas foi um espetáculo! Estava com uma saudade danada de estrada!
Baita abraço.