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	<title>O Jardim do Diabo &#187; Faculdade de Letras</title>
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	<description>A mente desocupada é o Jardim do Diabo</description>
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		<title>A educação no Brasil de hoje</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 19:46:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kleber Boelter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões acadêmicas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ENEM]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Letras]]></category>
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		<description><![CDATA[A EDUCAÇÃO NO BRASIL DE HOJE
A educação virou notícia. Não notícia especializada, restrita a revistas segmentadas sobre pedagogia, língua portuguesa, literatura e outros conteúdos de cunho educacional. Nem notícias específicas, publicadas em suplementos de jornais ou outros meios de divulgação de instituições acadêmicas, incluindo artigos e ensaios feitos por e para educadores. Essas sempre existiram.
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A EDUCAÇÃO NO BRASIL DE HOJE</strong></p>
<p>A educação virou notícia. Não notícia especializada, restrita a revistas segmentadas sobre pedagogia, língua portuguesa, literatura e outros conteúdos de cunho educacional. Nem notícias específicas, publicadas em suplementos de jornais ou outros meios de divulgação de instituições acadêmicas, incluindo artigos e ensaios feitos por e para educadores. Essas sempre existiram.</p>
<p>A educação chegou à mídia de massa. E, como praticamente todos os assuntos que ganham repercussão massiva e bombástica, chegou lá não por suas virtudes e eventuais feitos louváveis, mas por seus defeitos recorrentes e por uma degradação que beira à tragédia.</p>
<p>Numa reportagem que alcançou repercussão nacional, a revista Veja, publicação semanal da Editora Abril, estampou na capa de sua edição 2074<a href="http://letraspuc2009.wordpress.com/about/#_ftn1"><sup><sup>[1]</sup></sup></a> de 20 de agosto de 2008 a seguinte manchete: <em>O inssino no Brasiu è otimo</em>. O que parece, a princípio, uma construção irônica de um jornalista, reflete, na verdade, uma realidade de sala de aula que está longe de ser engraçada. A reportagem constata que, a exemplo da construção gramatical da frase destacada na capa, os estudantes brasileiros apresentam desempenho medíocre nos testes nacionais e estão entre os piores colocados em todos os rankings internacionais. E que, apesar desses resultados medíocres, tanto alunos quanto pais acham que as instituições de ensino fornecem uma educação de boa qualidade.</p>
<p>O jornal Zero Hora, do Rio Grande do Sul, desenvolveu um projeto editorial de fôlego denominado <em>O X da educação</em> que abrangeu reportagens, entrevistas, artigos de opinião de especialistas em educação e de cronistas respeitados, e até mesmo alguns editoriais. O foco, apesar de centrado em questões relacionadas ao processo educacional, abriu um amplo leque de abordagens que discutiram desde a posição de professores, pais e alunos até um mergulho incisivo na cada vez mais preocupante questão das drogas e da violência em sala de aula.</p>
<p>Esses são dois exemplos de um fenômeno mais amplo que enseja reflexão. O que faz com que um assunto que, apesar de ser alardeado como prioritário por políticos e governantes de todos os matizes mas que sempre ocupou mais espaço nos discursos demagógicos do que nas ações concretas, conquiste, de repente, tamanha repercussão? Para os céticos ou para aqueles que acreditam que a grande mídia é somente mais um instrumento de manipulação da opinião pública utilizada pelas elites dominantes, tudo pode se resumir a apenas um jogo de cena cuja finalidade é bloquear os avanços que surgem em questões sociais, como a instituição de cotas raciais ou a ampliação da universalização do ensino. Mas talvez a educação e, em especial, a má educação, tenha atingido um nível tal que a repercussão alcançada na mídia não seja apenas uma manobra diversionista, mas sim um grito de alerta da sociedade.</p>
<p>Segundo o último levantamento do Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (INAF<a href="http://letraspuc2009.wordpress.com/about/#_ftn2"><sup><sup>[2]</sup></sup></a>), realizado pelo Instituto Paulo Montenegro<a href="http://letraspuc2009.wordpress.com/about/#_ftn3"><sup><sup>[3]</sup></sup></a> em 2007, apenas 28% da população brasileira é capaz de ler e compreender o conteúdo de um texto como este artigo ou de um projeto de lei que tenha importância vital para sua vida. É necessário repetir esse número assombroso: apenas 28% dos brasileiros possui a capacidade de ler um texto longo, fazer comparações ou sínteses. A capacidade de leitura e compreensão dos demais 72% da população nacional não vai além de manchetes de revistas sensacionalistas, placas com ofertas no mercadinho da esquina ou do letreiro do ônibus que utiliza para ir ao trabalho.</p>
<p>Certamente não por acaso, em sua última edição de 2007, o teste PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), desenvolvido pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que testou jovens de cinqüenta e sete países diferentes, colocou o Brasil em posição destacadíssima: foi o quinquagésimo terceiro colocado em matemática, quinquagésimo segundo em ciências e conquistou a quadragésima oitava posição em leitura e interpretação.</p>
<p>Numa análise mais apressada, pode-se atirar essa conta sobre as costas largas da escola pública, sabidamente de sofrível qualidade, e defender que as escolas particulares, em sua maioria, conseguem oferecer uma educação de razoável qualidade, salvando pelo menos os filhos de nossas elites sociais e econômicas do caos. Não é verdade. Em um artigo perturbador intitulado <em>Preocupe-se: seu filho é mal educado</em><a href="http://letraspuc2009.wordpress.com/about/#_ftn4"><sup><sup>[4]</sup></sup></a>, publicado em novembro de 2007, o articulista de Veja Gustavo Ioschpe declara:</p>
<p><em>“A ideia de que a escola particular brasileira é boa e protege seus alunos das deficiências da escola pública é falsa. Nossas escolas particulares são apenas menos ruins do que as públicas – mas, se comparadas às escolas de outros países ou a um nível ideal de qualidade, certamente ficam muito distantes.”</em></p>
<p>E completa, no mesmo artigo, certamente para desespero de muitos representantes de nossas elites conformadas:</p>
<p><em>“A situação fica ainda mais clara quando fazemos o recorte por nível socioeconômico: o desempenho dos 25% mais ricos do Brasil é menor do que a média dos 25% mais pobres dos países da OCDE. Deixe-me repetir: os alunos da nossa elite têm desempenho educacional pior do que os mais pobres dentre os países desenvolvidos</em><em>.”</em><sup> </sup></p>
<p>Ou seja, o Brasil consegue atingir praticamente a perfeição em termos de tragédia educacional: entre mortos e feridos, não se salva quase ninguém.</p>
<p>Há exceções? Claro. Existem professores, escolas e instituições que conseguem escapar dessa sarjeta. São exemplos de bons desempenhos no Enem, escolas disputadas onde há mais alunos interessados do que vagas, professores que educam ao invés de apenas cumprir horário ou fazer proselitismo político. São profissionais e instituições que assumem seu papel, estabelecem regras e cumprem sua função: promover o ensino e a aprendizagem.</p>
<p>E aprender, ao contrário do que dizem muitos teóricos modernos é, sim, absorver conteúdos. Não importa, em essência, quais sejam. Decorar os afluentes do Rio Amazonas ou as Capitanias Hereditárias do Brasil pode ser absolutamente inútil para a maioria dos alunos. Mas pode ser fundamental em um concurso público ou num programa de auditório de perguntas e respostas. Não importa se o tema estudado é o uso correto da crase ou da camisinha, a interpretação de um poema de Fernando Pessoa ou de uma placa de trânsito. O que importa é que a aprendizagem seja efetiva, isto é, que ela possa ser recuperada e utilizada quando necessária em situações futuras da vida do aluno.</p>
<p>Quando analisados os resultados dos testes nacionais e internacionais, ou mesmo o desempenho corriqueiro em sala de aula, o que mais chama a atenção não é o fato de os alunos não saberem aplicar a fórmula de Bhaskara ou não compreenderem a diferença entre um verbo transitivo e um intransitivo. O que realmente impressiona é ver estudantes, no final do ensino fundamental ou no início do ensino médio, que não sabem interpretar um texto simples ou que não são capazes de escrever um único parágrafo sem que apareçam erros graves de ortografia e sintaxe.</p>
<p>Enquanto se alardeia em discursos de intelectuais respeitadíssimos ou de autoridades governamentais que a principal função das escolas é “formar cidadãos”, as escolas falham miseravelmente naquela que é sua função mais básica, mais elementar: ensinar seus alunos a ler e a escrever. Não há cidadania com homens e mulheres que não sabem ler um jornal, que não compreendem o teor de leis que afetarão profundamente suas vidas, que não reconhecem um discurso político eivado de promessas falsas. Esta afirmação está longe de ser uma novidade. Paulo Coimbra Guedes (apud NEVES, 2000, p.135), em ensaio publicado no livro <em>Ler e escrever: compromisso de todas as áreas</em>, afirma:</p>
<p><em>“É um direito de cidadania do aluno ter acesso aos meios expressivos construídos historicamente pelos falantes e escritores da língua portuguesa para se tornar capaz de ler e compreender todo e qualquer texto já escrito nessa língua. Ensinar a ler é levar o aluno a reconhecer a necessidade de aprender a ler tudo o que já foi escrito, desde o letreiro do ônibus ao nome das ruas, dos bancos, das casas comerciais, leituras fundamentais para sua sobrevivência e orientação numa civilização construída a partir da língua escrita; ler o jornal, que vai relacioná-lo minimamente com o mundo lá fora; ler os poemas, que vão dar concretude, qualificar e expandir os limites de seus sentimentos; ler narrativas, que vão organizar sua relação com a complexidade da vida social, ler as leis e regulamentos que regem a sua cidadania, ler os ensaios que apelam à sua racionalidade e a desenvolvem.”</em></p>
<p>Na apresentação da mesma obra, os organizadores enfatizam (NEVES, 2000, p.10):</p>
<p><em>“Temos claro que ler e escrever sempre foram tarefas indissociáveis da vida escolar e das atribuições dos professores. Ler e escrever bem forjaram o padrão funcional da escola elitizada do passado. (…) Ler e escrever massiva e superficialmente tem sido a questão dramática da escola recente.”</em></p>
<p>Já Vera Teixeira Aguiar, na obra <em>Que livro indicar</em>: <em>interesses do leitor jovem</em> (1979, p.9), afirma:</p>
<p><em>“(…) a leitura é um dos meios mais eficazes para o desenvolvimento do pensamento crítico-reflexivo (…) portanto, a formação de hábitos permanentes de leitura promove o crescimento cultural do indivíduo e a sua capacitação de atuar criticamente no mundo em que vive.”</em></p>
<p>E, no artigo intitulado <em>Dever do próximo presidente: vetar a expansão curricular</em><a href="http://letraspuc2009.wordpress.com/about/#_ftn5"><sup><sup>[5]</sup></sup></a><em>, </em>Gustavo Ioschpe declara:</p>
<p><em>“Nossa prioridade primeira deveria ser fazer com que as crianças de primeira série aprendessem a ler e a escrever. Enquanto isso não for estabelecido, todo o resto será mudança cosmética. Não é possível ensinar filosofia, sociologia, direito, história ou geografia a jovens semiletrados.”</em></p>
<p>Na verdade, não são apenas os conhecimentos básicos das ciências humanas ou exatas que serão inalcançáveis para uma pessoa que não dominar a linguagem na qual esses conhecimentos foram criados e armazenados. A concepção ontológica da linguagem discutida por Martin Heidegger<a href="http://letraspuc2009.wordpress.com/about/#_ftn6"><sup><sup>[6]</sup></sup></a> pensa o homem como “sendo” por meio da linguagem, e entende a linguagem “não apenas como veículo de transmissão de informações, mas como o modo no qual se manifesta o próprio existir humano”. Portanto, dominar a linguagem não nos torna apenas alfabetizados: nos torna seres humanos.</p>
<p>O diagnóstico, infelizmente, é trágico. E a tarefa de tirar o Brasil desse abismo é monumental. Mas há bravos Davids, a maioria não em gabinetes ministeriais mas em salas de aula, manejando suas pequenas atiradeiras contra esse gigante que mantém o Brasil preso à pobreza e à indigência intelectual.</p>
<p>________________________________________________________</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Kleber Boelter é empresário e escritor. Esse artigo foi baseado na monografia apresentada como Trabalho de Conclusão de Curso para colação de grau na Faculdade de Letras da PUC-RS em 2009. Texto integral disponível em: </em><a href="http://letraspuc2009.wordpress.com/producoes-academicas"><strong><em>http://www.kleberboelter.com/producoes-academicas</em></strong></a><em> e em: </em><a href="http://letraspuc2009.wordpress.com/curriculo-graduados/kleber-boelter/"><strong><em>http://letraspuc2009.wordpress.com/curriculo-graduados/kleber-boelter/</em></strong></a></p>
<hr size="1" /><a href="http://letraspuc2009.wordpress.com/about/#_ftnref1"><strong><strong>[1]</strong></strong></a> Disponível em: <strong><a href="http://veja.abril.com.br/200808/sumario.shtml">http://veja.abril.com.br/200808/sumario.shtml</a></strong>. Acesso em: 7 nov 2009.</p>
<p><a href="http://letraspuc2009.wordpress.com/about/#_ftnref2"><strong><strong>[2]</strong></strong></a><strong> </strong>Resultados das pesquisas e detalhes da metodologia do INAF disponíveis em <strong><a href="http://www.ipm.org.br/ipmb_pagina.php?mpg=4.02.00.00.00&amp;ver=por">http://www.ipm.org.br/ipmb_pagina.php?mpg=4.02.00.00.00&amp;ver=por</a></strong>. Acesso em: 7 nov 2009.</p>
<p><a href="http://letraspuc2009.wordpress.com/about/#_ftnref3"><strong><strong>[3]</strong></strong></a> Instituto Paulo Montenegro, vinculado ao IBOPE: Informações disponíveis em: <strong><a href="http://www.ipm.org.br/">http://www.ipm.org.br/</a></strong>. Acesso em: 7 nov 2009.</p>
<p><a href="http://letraspuc2009.wordpress.com/about/#_ftnref4"><strong><strong>[4]</strong></strong></a> Disponível em: <strong><a href="http://veja.abril.com.br/gustavo_ioschpe/index_011107.shtml">http://veja.abril.com.br/gustavo_ioschpe/index_011107.shtml</a>.</strong> Acesso em: 7 nov 2009.</p>
<p><a href="http://letraspuc2009.wordpress.com/about/#_ftnref5">[5]</a> Disponível em: http://veja.abril.com.br/gustavo_ioschpe/index_080908.shtml<strong>.</strong> Acesso em: 23 nov 2009.</p>
<p><a href="http://letraspuc2009.wordpress.com/about/#_ftnref6">[6]</a> Disponível em:<strong> </strong>http://pepsic.bvs-psi.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1517-24302005000200004&amp;lng=pt&amp;nrm=.pf&amp;tlng=pt<strong>.</strong> Acesso em: 23 nov 2009.</p>
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		<title>Destino generoso</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 16:10:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kleber Boelter</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho repetido que o destino tem sido generoso comigo. Pode soar meio piegas (e talvez até seja), mas o que posso fazer se é verdade?
Concordo que tenho uma razoável participação nisso. Se ficasse apenas deitado numa rede me lamentando da vida ou escutando a grama crescer, certamente não aconteceriam tantas coisas emocionantes nessa minha curta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho repetido que o destino tem sido generoso comigo. Pode soar meio piegas (e talvez até seja), mas o que posso fazer se é verdade?</p>
<p>Concordo que tenho uma razoável participação nisso. Se ficasse apenas deitado numa rede me lamentando da vida ou escutando a grama crescer, certamente não aconteceriam tantas coisas emocionantes nessa minha curta biografia. Mas a sorte tem estado a meu lado.</p>
<p>Poucos dias após ter retornado de um belíssimo cruzeiro por Fernando de Noronha, Natal, Recife e Porto de Galinhas, e de ter passado um maravilhoso (e emotivo) final de ano com grandes amigos, eis que outra grande emoção me aguardava.</p>
<p>Ontem, após quatro anos de batalha, me formei na Faculdade de Letras da PUC-RS. Foram anos de muito estudo e trabalho, onde abri mão de várias coisas, principalmente de um maior convívio com minha família e amigos, para conquistar mais essa graduação. Mas também foram anos de prazer e diversão, nesse desafio intelectual que muito me estimula.</p>
<p>Além da cerimônia de colação de grau, com todo seu ritual e simbolismo planejados para representarem algo grandioso, também tive a felicidade de receber o abraço de familiares e amigos.Obrigado a todos que estiveram presentes nesse momento especial e também àqueles que me apoiaram ao longo de toda a jornada. E, já que é para ser piegas, um sincero agradecimento a mim mesmo.</p>
<div id="attachment_252" class="wp-caption alignnone" style="width: 627px"></p>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_255" class="wp-caption alignnone" style="width: 627px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.kleberboelter.com/ojardimdodiabo/wp-content/uploads/2010/01/DSC03113_640x4802.jpg"><img class="size-full wp-image-255" title="DSC03113_640x480" src="http://www.kleberboelter.com/ojardimdodiabo/wp-content/uploads/2010/01/DSC03113_640x4802.jpg" alt="" width="617" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Turma de formandos em Letras - PUC-RS 2010</p></div>
</dt>
</dl>
</div>
<div id="attachment_254" class="wp-caption alignnone" style="width: 646px"><a href="http://www.kleberboelter.com/ojardimdodiabo/wp-content/uploads/2010/01/DSC03170_640x480.jpg"><img class="size-full wp-image-254" title="DSC03170_640x480" src="http://www.kleberboelter.com/ojardimdodiabo/wp-content/uploads/2010/01/DSC03170_640x480.jpg" alt="" width="636" height="476" /></a><p class="wp-caption-text">Minha companheira amada</p></div>
<div id="attachment_256" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><a href="http://www.kleberboelter.com/ojardimdodiabo/wp-content/uploads/2010/01/DSC03166_640x480.jpg"><img class="size-full wp-image-256" title="DSC03166_640x480" src="http://www.kleberboelter.com/ojardimdodiabo/wp-content/uploads/2010/01/DSC03166_640x480.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Minha filha amada</p></div>
<div id="attachment_257" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><a href="http://www.kleberboelter.com/ojardimdodiabo/wp-content/uploads/2010/01/DSC03164_640x480.jpg"><img class="size-full wp-image-257" title="DSC03164_640x480" src="http://www.kleberboelter.com/ojardimdodiabo/wp-content/uploads/2010/01/DSC03164_640x480.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Minhas meninas e meu irmão</p></div>
<div id="attachment_258" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><a href="http://www.kleberboelter.com/ojardimdodiabo/wp-content/uploads/2010/01/DSC03185_640x480.jpg"><img class="size-full wp-image-258" title="DSC03185_640x480" src="http://www.kleberboelter.com/ojardimdodiabo/wp-content/uploads/2010/01/DSC03185_640x480.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Os amigos que foram comemorar</p></div>
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